Amo-te
Tu-não-sei-quem
Com mãos de cardos
Que descem aos caminhos
Para afagar as crianças
De cabelos com asas de vento
A correr por entre as árvores.
Amo-te
A ti que te inventei
Com seios de espinhos
Para sentir bem na pele
A nudes rude da morte natural
Quando me levares pelas nuvens
Através daquela ponte sem margens
Amo-te
Com estes olhos firmes direitos ás cinzas das pedras.
Há! Ir contigo outra vez pelos bosques azuis
A pendurar luas mortas na árvores
- e inventar flores,
estendidas a teu lado n clareira.
E depois, de novo no princípiodo mundo,
Acender no teu corpo
A primeira fogueira.
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