A beleza é oura dor.
É este desespêro fundo
De explicar o mundo
A uma criança.
Flor de sonho vago,
Nuvem de recorte
Quase indefenida...
(mas eu prefiro a outra:
A flor com morte,
A flor que esmago
Para lhe dar sentido.)
Nem uma lágrima nos olhos,
Nem um bater de coração.
Só este silêncio que nos impele
Para o abismo da solidão
Que temos na pele.
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